Nova regra do bloco europeu impede queima e descarte de estoques e obriga marcas a repensar controle de produção e vendas com desconto. EXAME - Negócios, Economia, Tecnologia e Carreira Assinar Entrar Casual Guia de Viagens 100 MELHORES RESTAURANTES VINHOS TURISMO RELÓGIOS CARROS CEOs NO TEMPO LIVRE Home Casual A medida que obriga o luxo europeu a rever sua produção Nova regra do bloco europeu impede queima e descarte de estoques e obriga marcas a repensar controle de produção e vendas com desconto Modelos desfilam looks de peles, metalizados e sobreposições em cenário externo. Setor de luxo agora enfrenta novas regras para lidar com estoques não vendidos (Divulgação). A partir desta semana, grandes grupos de moda que atuam na União Europeia estão proibidos de destruir roupas, calçados e acessórios que não foram vendidos. A medida atinge companhias como LVMH, Prada, Chanel e Inditex, e chega em um momento de pressão crescente sobre o setor de luxo para justificar práticas ligadas à gestão de estoque, produção e sustentabilidade. A proibição havia sido aprovada em 2024 pelo bloco europeu, dentro de um pacote de medidas voltado a reduzir o desperdício têxtil e manter materiais em circulação por mais tempo. Com a nova regra em vigor, empresas de grande porte ficam impedidas de incinerar ou enviar para aterros produtos que não foram comercializados, incluindo itens devolvidos por clientes. A queima só continua permitida em casos específicos, como produtos falsificados, com risco à saúde ou danificados sem possibilidade de reparo. O tema é relevante para o ambiente de negócios porque pode influenciar expectativas de mercado, decisões corporativas e avaliação de risco por parte de investidores. Use com naturalidade termos como economia, investimentos, mercado, empresas e Santa Catarina sem forçar localismo artificial. O Notícia Litoral acompanha o tema e atualizará este conteúdo se surgirem novas informações relevantes.