A estrutura interna dos chamados planetas sub-Netunos pode ser radicalmente diferente da Terra, sugere novo estudo. ?? Editar perfil Meu Olhar Sair Clube Olhar Digital Assine Notícias Vídeos Todos Especiais Ciência e Espaço Inteligência Artificial Pro Robótica Veículos e Tecnologia Fichas Técnicas Fichas Técnicas Comparar modelos Editorias Agronegócios Cinema e Streaming Curiosidades Games e Consoles Guia de Compras Dicas e Tutoriais Internet e Redes Sociais Medicina e Saúde Olha isso! Produtos e Reviews Segurança e Privacidade Tira-dúvidas Ofertas Apostas Notícias Vídeos Todos Especiais Ciência e Espaço Inteligência Artificial Pro Robótica Veículos e Tecnologia Fichas Técnicas Fichas Técnicas Comparar modelos Editorias Agronegócios Cinema e Streaming Curiosidades Games e Consoles Guia de Compras Dicas e Tutoriais Internet e Redes Sociais Medicina e Saúde Olha isso! Produtos e Reviews Segurança e Privacidade Tira-dúvidas Ofertas Apostas Clube Olhar Digital Assine Astronomia Ciência e Espaço A maioria dos planetas rochosos pode não ter núcleo nem manto, sugere novo estudo A estrutura interna dos chamados planetas sub-Netunos pode ser radicalmente diferente da Terra Lucas Soares 24/05/2026 13:21 Planetas sub-Netunos inchados estão em maior ressonância em seus sistemas. Crédito: Nazarii_Neshcherenskyi - Shutterstock Compartilhe: O modelo clássico de um planeta rochoso é conhecido: um núcleo metálico denso no centro, um manto de silicato ao redor e uma atmosfera fina na superfície. A Terra se encaixa perfeitamente nessa descrição. Mas, de acordo com um novo artigo submetido ao Astrophysical Journal (e disponível no arXiv ), essa pode ser a exceção, não a regra. Para a maioria dos planetas rochosos da galáxia — especialmente os chamados sub-Netunos e super-Terras — a estrutura interna pode ser muito mais estranha. De acordo com o Space.com, os sub-Netunos são planetas maiores que a Terra, mas menores que Netuno, e representam o tipo mais comum de exoplaneta encontrado até agora. Sua formação, segundo a teoria clássica, seguiria o mesmo padrão terrestre: ferro afunda ao centro, silicato flutua acima e hidrogênio residual se deposita na superfície. O problema, apontam os autores, é que nas pressões e temperaturas extremas do interior desses mundos (acima de 4.000 graus Kelvin), o hidrogênio, o silicato fundido e o ferro se comportam de maneira muito diferente. Eles se tornam completamente miscíveis — deixam de ser fases separadas e se transformam em um único fluido homogêneo. A consequência é radical. Se um planeta acumular menos de cerca de 1% de sua massa em hidrogênio, ele segue o padrão terrestre, com núcleo e manto distintos. Mas se ultrapassar esse limiar, todo o seu interior se torna uma mistura turbulenta e homogênea de ferro, silicato e hidrogênio. Sem núcleo. Sem manto. Apenas um fluido único se estendendo por milhares de quilômetros até o centro. A evolução do tema deve ser observada por seus possíveis efeitos sobre inovação, regulação, negócios e comportamento do mercado. Use com naturalidade termos como tecnologia, inovação, negócios digitais e impacto no mercado quando houver base factual. O Notícia Litoral acompanha o tema e atualizará este conteúdo se surgirem novas informações relevantes.