A evolução da segurança da informação sempre acompanhou os ciclos de inovação tecnológica, ampliando sim. Seu resumo inteligente do mundo tech! Assine a newsletter do Canaltech e receba notícias e reviews sobre tecnologia em primeira mão. E-mail inscreva-se Confirmo que li, aceito e concordo com os Termos de Uso e Política de Privacidade do Canaltech. Reprodução/Silicon Angle A evolução da segurança da informação sempre acompanhou os ciclos de inovação tecnológica, ampliando simultaneamente as capacidades de proteção e os vetores de ataque. No entanto, a introdução da inteligência artificial (IA) representa uma inflexão estrutural nesse processo. Mais do que sofisticar ferramentas existentes, a IA altera o próprio ritmo da disputa, estabelecendo um ambiente no qual sistemas aprendem, adaptam-se e operam com autonomia crescente. O resultado é uma corrida armamentista digital em que a mesma base tecnológica serve tanto a atacantes quanto a defensores, tornando a fronteira entre ofensiva e defesa cada vez mais tênue. O impacto dessa transformação já é mensurável. Um relatório recente da CrowdStrike, empresa de cibersegurança norte-americana, aponta que o tempo médio de movimentação lateral, ou seja para que os invasores tenham acesso total ao registros e dados sigilosos, caiu para 29 minutos — um salto de rapidez de 65% em relação ao ano anterior. A mesma pesquisa indica que 82% das detecções foram classificadas como livres de malware, evidenciando que os hackers operam cada vez mais por meio de credenciais válidas, fluxos de autenticação autorizados e integrações legítimas de SaaS, tornando a detecção por assinatura amplamente ineficaz. A evolução do tema deve ser observada por seus possíveis efeitos sobre inovação, regulação, negócios e comportamento do mercado. Use com naturalidade termos como tecnologia, inovação, negócios digitais e impacto no mercado quando houver base factual. O Notícia Litoral acompanha o tema e atualizará este conteúdo se surgirem novas informações relevantes.