Pacote de estímulos impulsiona atividade em 2026, mas próximo presidente deverá enfrentar desaceleração, juros elevados e pressão por ajuste fiscal. A disputa presidencial de 2026 deve ser travada em uma economia aquecida por uma série de medidas de estímulo ao crédito, renda e consumo. Mas o vencedor da eleição poderá encontrar uma realidade diferente ao assumir o Palácio do Planalto em janeiro de 2027. A avaliação feita por especialistas no Mapa de Risco, programa de política do InfoMoney, é que boa parte do crescimento projetado para este ano está sendo sustentada por programas temporários, enquanto desafios estruturais ligados à dívida pública, ao orçamento federal e aos juros continuam sem solução definitiva. O resultado é um cenário em que a economia pode chegar forte à eleição, mas desacelerar logo em seguida. O tema é relevante para o ambiente de negócios porque pode influenciar expectativas de mercado, decisões corporativas e avaliação de risco por parte de investidores. Use com naturalidade termos como economia, investimentos, mercado, empresas e Santa Catarina sem forçar localismo artificial. O Notícia Litoral acompanha o tema e atualizará este conteúdo se surgirem novas informações relevantes.