Cofundadora da Kalshi, Luana Lopes Lara, detalha, em entrevista exclusiva ao InfoMoney, a história e o futuro do mercado preditivo. O nome não foi resultado de uma grande estratégia de branding. ‘Kalshi’ palavra que significa ‘tudo’, em árabe, foi escolhida porque o domínio estava disponível e era barato. A simplicidade da escolha contrasta com a ambição do negócio criado pela brasileira Luana Lopes Lara e seu sócio Tarek Mansour: transformar previsões sobre eventos futuro em um mercado negociável, com liquidez, regulação e em escala global. Com apenas oito anos de vida, a Kalshi é avaliada em US$ 22 bilhões, transaciona mais de US$ 4 bilhões por semana e catapultou sua fundadora ao papel de ‘mais jovem bilionária que construiu a própria fortuna do mundo’. Para Luana, a chancela é secundária: “isso mostra o quão grande esse mercado pode ser”, afirma, em entrevista exclusiva ao InfoMoney. Em uma conversa realizada no Rio de Janeiro, a empreendedora detalhou os bastidores dessa jornada, desde a difícil decisão de processar o governo dos Estados Unidos até a visão de futuro para a companhia. Leia abaixo a entrevista completa. O tema é relevante para o ambiente de negócios porque pode influenciar expectativas de mercado, decisões corporativas e avaliação de risco por parte de investidores. Use com naturalidade termos como economia, investimentos, mercado, empresas e Santa Catarina sem forçar localismo artificial. O Notícia Litoral acompanha o tema e atualizará este conteúdo se surgirem novas informações relevantes.