A boa literatura contém rios e fragrâncias, diz Nobel da China
Para afastar os olhares de julgamento e preservar sua riqueza interior, sem a qual não haveria sua literatura, Guan Moye largou pela estrada seu nome de batismo, trocando-o por Mo. Tão fascinantes quanto as colocações, feitas hoje (13), na abertura do Fórum Unesp 50 anos, organizado pela Editora da Universidade Estadual Paulista (Unesp), são as minúcias da vida do escritor chinês Mo Yan. O nome adotado por ele para construir sua obra, reconhecida, em 2012, por uma das premiações mais importantes do mundo, o Nobel de Literatura, significa "não falar". Como muitos artistas, não se identificava com a alcunha lhe dada ao nascer, tampouco com a percepção que as pessoas de seu convívio tinham dele, de que devia ter um transtorno mental, por falar sozinho. Para afastar os olhares de julgamento e preservar sua riqueza interior, sem a qual não haveria sua literatura, Guan Moye largou pela estrada seu nome de batismo, trocando-o por Mo Yan. Ele nasceu em 1955, na aldeia de Ping'an, distrito de Gaomi, província de Shandong, de uma família de agricultores. >> Siga o canal da Agência Brasil no WhatsApp. No desenvolvimento da apuração, o foco permanece nos desdobramentos diretos do caso, nas posições oficiais envolvidas e nos impactos práticos para o público brasileiro. Use com naturalidade termos como Brasil, Santa Catarina e impactos no dia a dia quando houver base factual. O Notícia Litoral acompanha o tema e atualizará este conteúdo se surgirem novas informações relevantes.
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Fonte: Agência Brasil