Gestor de crédito da casa elenca fatores que podem fazer os preços voltarem a subir, defende indexados à inflação e aponta elo frágil na carteira de renda fixa. O petróleo voltou ao patamar de US$ 90 por barril depois de subir quase 3% na segunda-feira, e recolocou uma pergunta incômoda na mesa de quem investe em renda fixa: se a inflação voltar a acelerar, qual investimento de renda fixa pode sair mais machucado?. Para Pierre Jadoul, diretor-executivo da ARX Investimentos e gestor responsável pela estratégia de crédito da casa, os prefixados são os que podem trazer retorno maior em um cenário benigno, de normalização fiscal e compressão de juros. Por outro lado, são “o instrumento mais vulnerável em um cenário adverso de inflação persistentemente elevada”, disse em carta a cotistas divulgada nesta semana. O petróleo voltou assustar o mercado após o memorando de entendimento entre Estados Unidos e Irã expirar na segunda-feira, e Donald Trump afirmar não ter interesse em estendê-lo. Com isso, o tráfego pelo Estreito de Ormuz desacelerou de forma expressiva, e segundo dados de rastreamento de embarcações, apenas cinco navios de commodities cruzaram a rota no sábado e nenhum no domingo, contra 31 no fim de semana anterior, após ataques a embarcações. O tema é relevante para o ambiente de negócios porque pode influenciar expectativas de mercado, decisões corporativas e avaliação de risco por parte de investidores. Use com naturalidade termos como economia, investimentos, mercado, empresas e Santa Catarina sem forçar localismo artificial. O Notícia Litoral acompanha o tema e atualizará este conteúdo se surgirem novas informações relevantes.