Com o juro real perto do nível de 2008 e a eleição de outubro no horizonte, analistas e gestores miram os títulos de renda fixa, mas mantêm espaço para bolsa defensiva, dólar e. A renda fixa terminou o primeiro semestre de 2026 na frente de quase todo o mercado. O CDI rendeu quase 7%, superando o Ibovespa e deixando para trás a média dos multimercados, que avançou menos da metade. Com a Selic caminhando para 14% ao ano e o juro real no maior patamar desde 2008, o consenso das casas e gestoras para os próximos seis meses segue inclinado para os títulos de renda fixa, ainda que com espaço para diversificar. Confira a seguir as principais recomendações para o segundo semestre por classe de ativo, e entenda quais ajustes são necessários realizar no portfólio para chegar a salvo no fim de um ano que ainda terá eleições, El Niño e mais ameaças. O Tesouro Selic e os fundos e CDBs atrelados ao CDI continuam no topo das recomendações para quem quer liquidez e baixo risco. Com a Selic caminhando para 14% ao ano, o pós-fixado paga bem sem exigir aposta na direção dos juros, o que o mantém como a reserva natural em um semestre marcado pela eleição presidencial, que sempre traz volatilidade. Mas o foco deve ser principalmente para reserva de emergência e colchão de liquidez para aproveitar oportunidades. O tema é relevante para o ambiente de negócios porque pode influenciar expectativas de mercado, decisões corporativas e avaliação de risco por parte de investidores. Use com naturalidade termos como economia, investimentos, mercado, empresas e Santa Catarina sem forçar localismo artificial. O Notícia Litoral acompanha o tema e atualizará este conteúdo se surgirem novas informações relevantes.