Às vésperas do leilão, Motiva, EPR e Arteris entram na disputa pela BR-116 entre São Paulo e Curitiba; bancos veem potencial de retorno elevado, mas alertam para desafios da. A disputa pela nova concessão da Rodovia Régis Bittencourt, trecho de mais de 400 quilômetros da BR-116 entre São Paulo e Curitiba, ganhou contornos mais claros às vésperas do leilão marcado para esta quinta-feira (23), na B3. Segundo informações da Agência Infra citadas por analistas, três grupos apresentaram propostas para o ativo: a Motiva ( MOTV3 ), a EPR — joint venture entre Equipav e Perfin — e a Arteris, atual concessionária da rodovia. O projeto é uma das principais apostas do programa de concessões do governo federal e prevê cerca de R$ 7,2 bilhões em investimentos voltados à ampliação de capacidade e melhorias operacionais ao longo do contrato. Na avaliação do Bradesco BBI, a concessão reúne características que podem torná-la bastante atrativa para investidores, mesmo diante da complexidade inerente ao processo de otimização contratual de um ativo já concedido. O banco estima que os retornos possam ficar entre a faixa média de dois dígitos e o início dos 20%, em termos de taxa interna de retorno real alavancada. O tema é relevante para o ambiente de negócios porque pode influenciar expectativas de mercado, decisões corporativas e avaliação de risco por parte de investidores. Use com naturalidade termos como economia, investimentos, mercado, empresas e Santa Catarina sem forçar localismo artificial. O Notícia Litoral acompanha o tema e atualizará este conteúdo se surgirem novas informações relevantes.